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Dicas para falar de doença e morte com as crianças

Dizer a verdade e abrir espaço para perguntas são essenciais. Confira outras orientações

Com cuidado, é possível conversar com crianças de todas as idades. Ilustração: Julia Coppa/Nova Escola

Abordar doença e morte é difícil para muitas famílias, e mesmo professores e gestores. “Ainda é tabu. Há escolas que optam, por exemplo, por comprar outro peixinho e botar no aquário para não ter de contar às crianças que o bichinho morreu”, diz Isabela Hispagnol, psicóloga, doutora em Psicologia Clínica pelo Laboratório de Estudos sobre o Luto (Lelu) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “O que eu ensino com essa atitude? Que ela não é capaz de lidar com aquele sofrimento? Que eu não sou capaz de lidar com o sofrimento da criança? Que não conseguimos falar sobre o assunto? É a perda da confiança”, completa. 

Com cuidado e calma, é possível conversar com crianças de qualquer idade, mesmo as menores. Para colaborar neste processo, preparamos várias dicas com base nas entrevistas com as psicólogas Luciana Mazorra, doutora em Psicologia Clínica pela Pontífica Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e co-organizadora do livro Luto na Infância: Intervenções Psicológicas em Diferentes Contextos e Maria Julia Kovács, docente no Instituto de Psicologia e uma das fundadoras do Laboratório de Estudos sobre a Morte (LEM) da Universidade de São Paulo (USP), além de Isabela. As orientações podem ser compartilhadas com pais e responsáveis. 

Abaixo, você pode fazer o download dos cards no formato imagem para enviar por WhatsApp ou em PDF:

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