Para usar com os alunos

3 Estratégias de escrita para alunos do 3º ao 5º ano avançarem na alfabetização

Confira algumas atividades que podem ser adotadas na retomada das aulas presenciais para fortalecer a prática de estudantes com mais dificuldades

Animação de aluna e professora fazendo atividade de escrita e leitura.
Ilustração: Juliana da Costa/NOVA ESCOLA

Seja na forma de aplicação, seja pela escolha de um tema específico, há muitas estratégias de escrita que podem apoiar o trabalho emergencial necessário neste momento para o fechamento do ciclo de alfabetização dos Anos Iniciais. “O importante é garantir a participação do aluno na textualização, independentemente da sua condição, para que ele possa refletir sobre o processo e não ser alijado dele”, analisa a pedagoga especialista em alfabetização Isis Nogueira. Para a educadora, o cenário também é uma oportunidade para os professores compreenderem o seu papel na formação alfabética dos estudantes do 1º ao 5º ano.

Abaixo, listamos algumas possibilidades de ações sugeridas pelos especialistas ouvidos para este Box. Confira:

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Reescrita de um conto ou escrita de um conto de autoria própria

Nessa proposta de atividade diversificada, pensada para desafiar alunos com estágios de aprendizagem variados, a professora alfabetizadora Priscila Cristina Demasi Esteca, da Escola Viva, em São Paulo (SP), propôs uma escrita que pudesse compor o livro As Mil e uma Noites. A depender das defasagens de alfabetização encontradas, os alunos poderão produzir em dupla um conto de autoria dentro do contexto da obra original, reescrever um dos contos do Simbad ou então descrever alguns dos personagens conhecidos da obra. “Os textos intermediários criados pelos estudantes, como os de listas e de descrições, podem ser consultados pelos outros grupos e enriquecer as escritas ou as reescritas da turma”, avalia Isis Nogueira.

Baixe a proposta da professora Priscila no botão abaixo.

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Escrita de texto de síntese sobre tema de estudo

A partir de um texto trabalhado anteriormente em sala, o professor pode dividir tarefas variadas entre a turma para trabalhar a produção de escritas curtas, de resumos a legendas de fotos relacionadas ao tema. Nesta outra atividade montada por Priscila, o tema trabalhado foi o estudo sobre a geração de lixo na cidade de São Paulo. 

Baixe a proposta da professora alfabetizadora Priscila no botão abaixo.

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Conhecimento oral das brincadeiras para apoiar a prática da escrita

Para Célia Prudêncio de Oliveira, formadora de professores, usar as brincadeiras como mote é um recurso interessante porque está associado à prática social dos estudantes. Como as crianças conhecem as brincadeiras pela oralidade, as memórias de jogos e cantigas podem ser transpostas para a linguagem escrita de muitas maneiras. Os estudantes podem transcrever as músicas das brincadeiras, as regras ou mesmo pesquisar as variações das brincadeiras. “É uma forma de articular o propósito didático com o propósito social também”, defende Célia.

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