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Para usar com as crianças

Atividade física: Lola e Come Come brincam com o Elmo

Confira sugestões para colocar as crianças em movimento mesmo durante o isolamento

Ilustração: André Asahida/Sésamo

Nada define melhor uma criança do que o brincar! É brincando que ela se expressa, descobre a si mesma e experimenta o mundo. Uma criança que brinca é uma criança saudável, do ponto de vista físico e emocional. As brincadeiras, portanto, precisam ser sempre incentivadas e apoiadas.

Mas sabemos que este é um momento difícil. Os pais e responsáveis têm que lidar com os compromissos do trabalho, da casa, dos filhos e das atividades escolares das crianças. Tudo isso em meio ao aumento da preocupação com o futuro, financeiro e profissional, e o temor de contaminação pelo coronavírus. O resultado são adultos tensos e super atarefados em casa. Nesse contexto, brincar parece algo bem distante da realidade de muitos. E isso, às vezes, confunde a criança: se o pai ou a mãe estão ali, por que não podem lhe dar atenção?

Os professores podem, porém, ajudar as famílias a encontrar caminhos para colocar o brincar entre as prioridades do dia. “Pílulas” de brincadeira – adotadas em meio às tarefas diárias como arrumar a cama, escovar os dentes ou escolher uma roupa – podem render boas risadas, divertindo crianças e adultos, sem comprometer a lista de afazeres. Ouvir e dançar uma música, fazer um teatrinho de cinco minutos com os brinquedos ou se dedicar a uma rápida guerra de almofadas são momentos prazerosos que podem existir ao longo do dia, reforçando o vínculo familiar. Com certeza as crianças vão querer mais. Os pais devem, então, lembrá-las que precisam desempenhar as tarefas de casa ou do trabalho, mas que em determinada hora do dia (depois do jantar, por exemplo), eles poderão repetir a dose.

No planejamento da rotina em casa, é importante que as famílias incluam brincadeiras corporais, que envolvam movimentos, pois elas favorecem uma vida mais saudável. Toda criança adora pular corda, jogar bola e brincar de roda. 

Muitos pais acabam deixando essas brincadeiras de lado porque o espaço em casa é reduzido ou porque têm medo das crianças se machucarem. É claro que é importante conferir a segurança do ambiente onde a criança está. “Mas é um erro querer tolher parte dos movimentos dela, com medo que se machuque”, diz Cisele Ortiz, coordenadora do Instituto Avisa Lá, parceiro da Sésamo no programa Vamos Brincar!, que trabalha para a promoção de hábitos saudáveis entre as crianças e tem o patrocínio da Fundação Femsa. “Como impedir uma criança de correr e de cair? Isso faz parte do aprendizado”, completa Cisele. Ao adulto, cabe apostar nas competências da criança e ajudá-la a construir a autoconsciência do corpo, sua principal ferramenta de brincar. Ou seja, contribuir para que ela perceba os próprios limites.

Como o professor pode ajudar as famílias nesse momento? Antes de mais nada, lembrando aos pais de que sair do sofá e movimentar o corpo é importante para a saúde deles também. E que a família toda pode ficar saudável junta, reservando um momento do dia para brincadeiras divertidas. Confira algumas dicas abaixo:

1. Um bom começo para uma brincadeira é dizer aos pais e responsáveis que apresentem o vídeo da Sésamo em que Elmo, Lola e Come Come usam o movimento e a brincadeira como maneiras de afastar a tristeza:

2. Depois, eles podem perguntar qual das brincadeiras mostradas no vídeo as crianças mais gostaram. Quais delas podem ser feitas em casa? Que adaptações seriam necessárias?

Outras sugestões são:

- Reunir a família para curtir o jogo de tabuleiro preparado pelo Vamos brincar? (baixe tabuleiro clicando aqui e consulte as regras, aqui). Aproveite os desafios propostos para dançar, cantar e se movimentar com as crianças. 

- Fazer alongamentos sempre diverte. É o momento de a criança descobrir mais sobre o próprio corpo e suas potencialidades, além de acordar os músculos que estavam adormecidos, como fez o Elmo.

- Brincar de estátua, fazendo poses engraçadas em cada parada, é outra forma divertida de se movimentar em família.

- Colocar uma música e inventar uma coreografia “maluca”, que tem que ser repetida pela criança (ou vice-versa) também é algo que deixa a casa cheia de energia.

- Improvisar um boliche com garrafas PET e uma bola de meia, por exemplo, pode ser adaptado a qualquer corredor. “Os brinquedos não são apenas bonecos, carrinhos ou jogos. O lençol vira cabana ou o pote com a colher vira um instrumento musical, por exemplo”, diz Silmaira. São os chamados materiais não estruturados, que se transformam e ganham novos significados conforme a imaginação das crianças.  

- Inverter os papéis e dizer que o adulto é o filho e a criança é o pai ou a mãe provoca cada um a se colocar no lugar do outro. A criança percebe os cuidados que precisa ter com o “filho”, enquanto o adulto imita algumas atitudes “birrentas” que a ajudem a perceber o outro lado desse tipo de comportamento.

- Enviar este material para as famílias com outras dicas para pais e responsáveis brincarem junto com as crianças. 

Movimente-se com o Grover 

Aqui, o personagem da Sésamo apresenta várias opções de exercícios, de alongamento a uma animada dança.

Este conteúdo é uma produção especial para o patrocinador e não faz parte dos conteúdos jornalísticos de Nova Escola

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